Pergunta da semana. Tema: Regras Gerais

Post por admin no dia 26 July, 2010, às 10:03

sandro_nowacki

trechos extraídos do livreto Prática Básica do Mestre DeRose.

Conforme já vimos, uma das principais características do SwáSthya são as regras gerais de execução, justamente por constituírem o alicerce da auto-suficiência (swáSthya).

Sem as regras gerais o praticante aprenderá apenas aquilo que seu instrutor lhe ensinar e nada mais. Se o instrutor ensinar dez ásanas e disser como respirar em cada um deles, quanto tempo permanecer, quantas vezes repetir, onde localizar a consciência, etc. e, depois disso, instrutor e praticante, não puderem mais seguir juntos, o praticante só saberá executar dez técnicas que lhe foram ensinadas.

Com as regras gerais, nas mesmas circunstâncias, o praticante saberá executar praticamente todos os ásanas, e poderá seguir aperfeiçoando-se indefinidamente, mesmo sem ter o instrutor ao seu lado. Por isso, temos discípulos que nunca nos conheceram pessoalmente por residirem em países distantes e, apesar disso, graças às regras gerais, tornaram-se exímios executantes, verdadeiros artistas corporais.

Quando alguém declarar que é instrutor de SwáSthya e não aplicar as regras gerais ou, até mesmo, ensinar algo que esteja em desacordo com elas, o leitor pode ter a certeza de que das duas, uma: ou não é instrutor formado, ou trata-se de um indiscípulo, um indisciplinado que, embora saiba o certo, arroga-se o direito de adulterar a sistematização do método.

As regras atualmente codificadas são:

1. Regras de respiração coordenada

2. Regras de permanência no ásanas

3. Regras de repetição

4. Regras de localização da consciência

5. Regras de mentalização

6. Regras de ângulo didático

7. Regras de compensação

8. Regras de segurança

O objetivo das regras é facilitar a vida do praticante. Portanto não se preocupe em decorar regras. Simplesmente, vá lendo e executando ao mesmo tempo para entender e incorporar. Depois que automatizar a execução não se preocupe mais com isso. As quatro primeiras regras são suficientes para o iniciante. Se achar que está ficando confuso, deixe as outras quatro para estudar mais tarde.

PERGUNTA DA SEMANA

Qual é a importância das regras gerais para o praticante de SwáSthya?

Ao responder esta pergunta, você acumula mais 5 Yôgacash.

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Raio X do Estadão com DeRose

Post por admin no dia 25 July, 2010, às 21:32

Acesse o link abaixo e assista a entrevista do escritor DeRose para o Estadão.

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Pergunta da semana: Tema – Chakras

Post por admin no dia 19 July, 2010, às 11:46

chakrastrechos extraídos do Tratado de Yôga do Mestre DeRose

Chakra significa roda ou círculo. Chakras são centros de captação, armazenamento e distribuição do prána, a energia vital. Chamam-se de rodas ou círculos por serem vórtices de energia – e, como tal, circulares – localizados nas confluências e bifurcações das nádís ou meridianos.

Os chakras são redemoinhos, como os que se formam nos rios. Talvez não por coincidência, nádí signifique rio, corrente ou torrente. Os chakras também podem ser chamados poeticamente de padmas, ou lótus. Geralmente, essa segunda denominação é utilizada também para evitar a excessiva repetição da palavra chakra.

Quais são os principais chakras

Nossa filosofia trabalha todos os chakras, mas confere mais atenção aos principais, que se encontram ao longo do eixo vertebral. Estes têm a ver não apenas com a saúde – pois distribuem a energia para os demais centros – como ainda são responsáveis pelo fenômeno de eclosão da kundaliní e sua constelação de poderes. São eles:

múladhára / swádhisthána / manipura / anáhata / vishuddha / ájña / sahásrara

*se você quiser saber mais, leia o Tratado de Yôga, páginas 623 a 639.

PERGUNTA DA SEMANA

Qual é a relação entre a kundaliní e o desenvolvimento dos chakras?

Ao responder esta pergunta, você acmula mais 5 Yôgacash.

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Participe desta aula especial!

Post por admin no dia 19 July, 2010, às 10:51

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Artigo da semana #1

Post por admin no dia 12 July, 2010, às 16:50

A entrevista sobre o Método DeROSE

antonio_mateus_deroseEm 2009 o DeROSE concedeu uma entrevista, no Palácio Pestana, em Lisboa, ao jornalista português Antônio Mateus. A pauta desta entrevista foi a Cultura do Método DeROSE.

A cada semana colocaremos um trecho desta entrevista.

Antonio Matheus: A sua cultura promove um indivíduo mais lúcido, mais consciente, mais interventivo na sociedade. É isso?

DeRose: A proposta é essa. A proposta é que através de um conjunto de técnicas e um conjunto de conceitos nós possamos levar a pessoa comum a um estado de consciência expandida. Se isso vai ser obtido ou não, vai depender de uma constelação de fatores. Entre eles, a própria genética do indivíduo. Quanto à parte controlável, vai depender da dedicação, do investimento de tempo na prática dessa filosofia e também do ambiente onde a pessoa vive. Porque vai depender muito da bagagem cultural que ela traz, da profissão que ela exerce, da idade com a qual começou.

Antonio Matheus: É possível esculpir um indivíduo diferente, mais interventivo na sociedade?

DeRose: Cada indivíduo é uma realidade distinta. As próprias técnicas, por exemplo, de hiperventilação cerebral, vão reagir diferentemente de um indivíduo para outro.

VOCÊ COMPREENDEU?

Partindo destas questões iniciais, o Método DeROSE é  formado por conceitos e técnicas. Qual é a sua finalidade?

Clique no link COMENTE e responda esta questão (5 yôgacash).

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Não seria um Método de Yôga?

Post por admin no dia 5 July, 2010, às 16:47

instrutora_tatiana_marcondestexto extraído do livreto O que é o Método DeROSE.

Não. Método DeROSE é outra coisa.

Embora possamos, eventualmente, para encurtar a conversa, declarar que Método DeROSE é um Método de Yôga, precisamos ter consciência de que essa é uma simplificação e que ela talvez possa ter consequências indesejáveis. Mais para frente, pode parecer contradição, quando você for dar uma explicação mais exata e mais completa. Na verdade, o Método DeROSE é constituído por uma tecedura de conceitos e técnicas, das quais s técnicas (e unicamente as técnicas) são provenientes do Yôga Antigo.

Portanto, o Método DeROSE não é Yôga, Ao mesmo tempo, utiliza o Yôga como um de seus recursos.

No âmbito técnico, a maior diferença parece residir no clima, no vocabulário, no tipo de gente que adere, na total ausência de misticismo, na absoluta não-intenção de terapia, na estrutura dinâmica e alegre de todas as atividades culturais e, principalmente, no fato de constituir uma Cultura que o praticante pode e deve incorporar à sua vida real, à sua profissão, ao seu desporto, à sua família, às suas relações humanas em geral.

E os conceitos? As atitudes? A estrutura comportamental? Isso transcende os limites do Yôga, uma vez que ele é estritamente técnico (“ Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi“).

No âmbito filosófico, nada há de novo nos conceitos. Eles são inspirados diretamente em um sistema professado no período proto-histórico (Dakshinacharatántrika – Nírishwarasámkhya).

Assim, precisamos compreender que nossa proposta utiliza alguns recursos desta filosofia, mas que: O Método DeROSE é outra coisa.