Feliz aniversário Mestre!
Hoje, dia 18/2, comemoramos o aniversário do nosso querido Mestre DeRose.
E para celebrar, teremos uma programação de festas, shows e práticas durante estes final de semana. Programa-se.
19/2 Sábado
9h – Prática no Parque do Ibirapuera (Praça do Porquinho) com o professor Rogerio Brant.
19h – Lançamento do livro Boas Maneiras do DeRose com coreografias e festinha no Morumbi.
20/2 Domingo
12h – Prática com DeRose no Citibank Hall (evento fechado) + show do Sankalpa e coreografia do grupo de SwáSthya da Argentina.
(foto: Rodolfo Pajuaba)
Aulas abertas com DeRose
Querido aluno,
você pode ter acesso às aulas do DeRose e aprender um pouco mais sobre o nosso Método. Acesse!

Pergunta da semana: Karma

texto extraÃdo do livro Karma e Dharma, do Mestre DeRose.
” O universo é polarizado: se tem gente contra (-), é porque você é a favor (+)”. DeRose
Karma provém da raiz sânscrita kr, agir, que deu origem aos termos karma, ação; e kriyá, atividade. Karma é uma lei natural, como a lei da gravidade. Essa é a visão que o Yôga mais antigo, de fundamentação NirÃshwara-Sámkhya, tem do karma. A visão espriritualista surge mais tarde e é reforçada na mesma medida em que a filosofia Vêdánta torna-se mais popular, especialmente a partir do século VIII d.C.
Posteriormente, o conceito de karma é importado pelo ocidente e cristianizado, ou seja, é feita uma reeleitura com base nos princÃpios cristãos de culpa e pecado. Karma de ser uma lei que está fora e além do bem e do mal, para tornar-se algo com conotação negativa, que se deve pagar com sofrimento.
Se conhecermos bem os mecanismos que regem o dharma e o karma, teremos quase total domÃnio sobre a nossa vida e o nosso destino. Aliás, podemos definir karma como um destino maleável, que modificamos a cada minuto em virtude das nossas ações, palavras e pensamentos. Estamos o tempo todo a tecer nosso futuro imediato e distante.
Cada ação (karma = ação) protagonizada gera inexoravelmente uma reação, ainda que a ação inicial tenha sido apenas palavra ou pensamento. Então, devemos tomar muito cuidado com o que dizemos e com o que pensamos, não por uma razão meramente moral, mas por saber que não haverá como furtar-nos à responsabilidade das consequências.
PERGUNTA DA SEMANA
Como pode-se definir o conceito de karma?
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Tema da semana: Meditação
(extraÃdo do Tratado de Yôga do Mestre DeRose)
A Parábola da Lagoa
No fundo da lagoa que abastecia de água a aldeia Vajrakutir, havia um diamante.
Dois homens resolveram procurar a valiosa gema observando a partir da superfÃcie. A face norte da lagoa era assolada por ventos que encrespavam a superfÃcie das águas. Do outro lado, na face sul, as montanhas protegiam-na dos ventos e a superfÃcie era serena. Assim, o homem que tentou ver o fundo da lagoa pelo norte nada enxergou, pois havia uma barreira de turbulência entre ele e a pedra preciosa. Mas o que divisou pelo sul, conseguiu ver o fundo da lagoa e o tesouro que lá estava.
A lagoa é a mente. O diamante é o Púrusha, o Self, a Mônada. A superfÃcie encrespada é a turbulência à supressão da instabilidade da consciência (chitta vritti nirôdhah).
Praticando meditação, nosso objetivo é parar a mente e passar a fluir a consciência por outro canal, o do conhecimento direto ou intuição. Parando as ondas mentais, podemos ver o diamante no fundo de nós mesmos, ou seja, alcancar o autoconhecimento.
PERGUNTA DA SEMANA
De quem é o sútra Yôga chitta vritti nirôdhah (o Yôga é a supressão da instabilidade da consciência)? Em qual livro encontra-se tal sútra?
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Pergunta da semana. Tema: Regras Gerais

trechos extraÃdos do livreto Prática Básica do Mestre DeRose.
Conforme já vimos, uma das principais caracterÃsticas do SwáSthya são as regras gerais de execução, justamente por constituÃrem o alicerce da auto-suficiência (swáSthya).
Sem as regras gerais o praticante aprenderá apenas aquilo que seu instrutor lhe ensinar e nada mais. Se o instrutor ensinar dez ásanas e disser como respirar em cada um deles, quanto tempo permanecer, quantas vezes repetir, onde localizar a consciência, etc. e, depois disso, instrutor e praticante, não puderem mais seguir juntos, o praticante só saberá executar dez técnicas que lhe foram ensinadas.
Com as regras gerais, nas mesmas circunstâncias, o praticante saberá executar praticamente todos os ásanas, e poderá seguir aperfeiçoando-se indefinidamente, mesmo sem ter o instrutor ao seu lado. Por isso, temos discÃpulos que nunca nos conheceram pessoalmente por residirem em paÃses distantes e, apesar disso, graças à s regras gerais, tornaram-se exÃmios executantes, verdadeiros artistas corporais.
Quando alguém declarar que é instrutor de SwáSthya e não aplicar as regras gerais ou, até mesmo, ensinar algo que esteja em desacordo com elas, o leitor pode ter a certeza de que das duas, uma: ou não é instrutor formado, ou trata-se de um indiscÃpulo, um indisciplinado que, embora saiba o certo, arroga-se o direito de adulterar a sistematização do método.
As regras atualmente codificadas são:
1. Regras de respiração coordenada
2. Regras de permanência no ásanas
3. Regras de repetição
4. Regras de localização da consciência
5. Regras de mentalização
6. Regras de ângulo didático
7. Regras de compensação
8. Regras de segurança
O objetivo das regras é facilitar a vida do praticante. Portanto não se preocupe em decorar regras. Simplesmente, vá lendo e executando ao mesmo tempo para entender e incorporar. Depois que automatizar a execução não se preocupe mais com isso. As quatro primeiras regras são suficientes para o iniciante. Se achar que está ficando confuso, deixe as outras quatro para estudar mais tarde.
PERGUNTA DA SEMANA
Qual é a importância das regras gerais para o praticante de SwáSthya?
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Raio X do Estadão com DeRose
Acesse o link abaixo e assista a entrevista do escritor DeRose para o Estadão.










